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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Leituras de Agosto

Olá leitores, tudo bem?
Espero que vocês tenham lido mais que eu este mês, que aqui a ressaca literária tomo conta miseravelmente! A pessoa aqui leu apenas dois livros, isso mesmo apenas dois, fracasso total esse mês.



O Menino dos fantoches de Varsóvia que já tem resenha no blog, você pode conferir aqui, e Divergente, que eu fiz um post muito bacana comparando o livro e o filme que você pode conferir aqui . Espero que setembro seja bem melhor, que essa ressaca passe e eu consiga ler muito!


Beijos e até mais....



quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Livro Vs Filme: Divergente


























Antes eu queria dizer que eu gostei Sim do filme, porem em comparação com o livro tivemos alguns “pecados”, vamos comparar?


No livro existe o dia da visita da família, e a mãe da Tris vai à sede da Audácia para encontrá-la e dá pistas de que, um dia, pertenceu àquela facção. No filme a mãe da Tris se arrisca indo escondida a um carregamento de caminhão, o que realmente foi estranho.


No livro Peter é cruel e invejoso faz de tudo para conseguir o que quer – isso inclui enfiar uma faca no olho de Edward, cena que foi cortada. No filme, ele é apenas um personagem que pega no pé da Tris e não o mau caráter covarde que de fato é. Sem ser esfaqueado, o Edward não fica cego de um olho e não vai embora da Audácia, isso causaria a eliminação do Al, mas em vez disso ele simplesmente sumiu.


No livro, a Tris nunca é eliminada durante o processo de seleção da Audácia, ela sempre se classifica raspando. No filme ela acorda no hospital e Will e Christina contam que Erick disse que ela está “fora” da Audácia, ela não aceita, foge do local e sai correndo atrás do trem, e pra piorar o mesmo Erick que acabou de expulsa-la simplesmente aceita ela de volta, Como assim???


No filme faltou desenvolver os conflitos psicológicos que os personagens estavam vivendo durante o treinamento, a traição de Al e em seguida o arrependimento e o suicídio deram uma impressão totalmente diferente de como é no livro, perder a cabeça e tentar matar Tris conseqüência de um problema que começou bem antes e não foi abordado no filme.


No livro Tris vai junto com os nascidos ma audácia para uma “aventura” onde eles descem de tirolesa de um prédio, os membros da Audácia que esperavam a Tris no final do percurso fazem uma espécie de cama com os braços, para que ela consiga pular e cair em segurança, nesse momento que ela começa a ver a bondade entre os membros da Audácia, e passa a sentir que poderia viver naquela facção. No filme, essa cena foi um clichê de filme de ação em que a Tris quase dá de cara na parede, mas freia no último segundo.


O romance da Christina com o Will simplesmente não acontece no filme os dois apenas dão a entender que algo poderia rolar mais ele morre antes.


No filme Jeanine Matthews aparece na cerimônia de escolha e vive indo visitar a Audácia. Isso simplesmente não existe no livro.  Enquanto Jeanine tem cenas desnecessárias, Uriah, iniciando que já era da Audácia, e Marcus Eaton, pai de Tobias, têm suas participações reduzidas


No filme quando Tris encontra Four na sala de controle, eles estão cercados de várias pessoas da Erudição, inclusive Jeanine ,  os dois lutam  e todos ficaram assistindo à luta em vez de simplesmente matar Tris. No livro quando Tris chega até a sala de controle da Audácia para desligar a simulação, ela encontra Tobias comandando os computadores. Não tem eletrodos, cientistas e Jeanine Matthews para contar história. 

E vocês, o que acharam? 
Deixem nos comentários se vocês concordam, se discordam, se eu fui muito implicante, ou deixem um oi.


Beijos e até mais...

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Livro x Filme: A Culpa é das Estrelas




       Enfim, eu assisti A Culpa é das Estrelas, o filme baseado no aclamado romance de John Green, que no Brasil foi publicado pela editora Intrínseca, Com 288 páginas. 
  A Culpa das Estrelas na minha opinião de leitora é um livro Bom, mas não é um livro ótimo, é apenas bom, Muitas pessoas discordam de mim, mas em unanimidade é um livro triste, e gente, o filme consegue ser ainda mais triste.
  Posso afirmar que foi uma boa adaptação, claro que alguns pontos do livro não estão presentes no filme, mas em geral não se perde nada na historia, ela ficou redondinha e me fez chorar litros.
  Gente o Gus do filme é adorável, no meio do filme eu queria que acabasse só para termos um final feliz de tanto que eu me apaixonei pelo Gus.
  Sendo totalmente clichê “Um filme sobre se estar morrendo, mas não ter morrido”, é impossível não chorar, impossível!!!
Valorizar a vida que se tem, tornar momentos felizes em eternos, amar intensamente, um filme que deixa claro que existe uma vida além do câncer.
  Um documentário da vida de Hazel Grace, da vida, não de seu câncer, como o lindo Gus deixa claro.

“Alguns infinitos são maiores que outros”

  Leio o livro, veja o filme, chore, reflita, valorize o que se tem, enquanto se tem e não tenha medo de ser esquecido.





Um Conselho

Compre sua caixa de lenços e corre pro cinema!